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	<title>Sou natural &#187; Plantas</title>
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	<description>somos o que vivemos...</description>
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		<title>Animais e plantas fogem do calor</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 09:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo uma noticia do Público, o maior jornal diário de Portugal, parece que mais uma vez está comprovado que estamos cada vez mais a fazer mal a este nosso pequeno habitat&#8230; agora a confirmação chega-nos das mudanças de hábitos de animais e plantas.. estão simplesmente a fugir do calor excessivo Os animais e as plantas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right;" title="panta planta" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSZLxQrlGWHGgjJQb7sBQkMmKeauBo2CD-THSs57R5X5BquePNNIA" alt="" width="211" height="238" />Segundo uma noticia do Público, o maior jornal diário de Portugal, parece que mais uma vez está comprovado que estamos cada vez mais a fazer mal a este nosso pequeno habitat&#8230; agora a confirmação chega-nos das mudanças de hábitos de animais e plantas.. estão simplesmente a fugir do calor excessivo<br />
Os animais e as plantas estão a fugir para latitudes frias e para altitudes maiores nas últimas quatro décadas devido às alterações climáticas, mostra um estudo publicado nesta quinta-feira na edição online da revista <em>Science</em>.</p>
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</p>
<p><span id="more-1381"></span></p>
<p>“Estas alterações são o equivalente aos animais e às plantas a distanciarem-se do Equador 20 centímetros por cada hora, todas as horas do dia, todos os dias do ano”, explicou em comunicado Chris Thomas, biólogo e professor da Universidade de York, e líder do projecto que originou o artigo.</p>
<p>A equipa analisou informação de duas mil espécies de animais e plantas. Segundo o resumo do artigo “a distribuição das espécies alterou-se recentemente para altitudes superiores a uma média de 11 metros por década, e para latitudes maiores a uma média de 16,9 quilómetros por década”. Estes resultados são em média duas a três vezes superiores aos estudos que já se tinham feito.</p>
<p>A informação recolhida foi de espécies de aves, animais, répteis, insectos, aranhas e plantas, na Europa, América do Norte, Chile, Malásia e na ilha de Marion, no sul de África . “Mostrámos pela primeira vez que as mudanças de distribuição das espécies estão relacionadas com o grau das alterações climáticas numa dada região”, explicou, citada pela AFP, I-Ching Chen, a primeira autora do artigo, que fez o doutoramento na Universidade de York.</p>
<p>Mas estas mudanças não são lineares. Há espécies que viajam muito para norte, outras menos, há outras que se mantêm com a mesma distribuição, mas tornam-se mais frequentes nas áreas dessa região que são mais frias e diminuem de frequência nas zonas mais quentes. Há casos em que outras condicionantes, como a redução do habitat, travam migrações que pareceriam óbvias sob a óptica das alterações climáticas.</p>
<p>Na Grã-Bretanha, a borboleta <em>Fabriciana adippe</em> “esperar-se-ia que viajasse para norte se as alterações climáticas fossem a única coisa a afectá-la, mas na verdade tem vindo a diminuir por causa da perda de habitat”, disse em comunicado David Roy, co-autor do artigo. O especialista refere-se ainda à <em>Polygonia c-album</em>, uma borboleta comum na Grã-Bretanha, que, &#8220;em duas décadas, se moveu 220 quilómetros do centro da Inglaterra para Edimburgo”.</p>
<p>Apesar de este estudo não prever as consequências destes efeitos, que se espera que continuem a sentir-se ao longo deste século, Chris Thomas defende que as histórias não vão ser todas iguais: “A rapidez com que as espécies estão a mover-se devido às alterações climáticas indica que muitas estão realmente a ir em direcção à extinção, devido à deterioração das condições climáticas. Por outro lado, outras espécies estão a mover-se para novas áreas onde o clima se tornou apropriado, por isso vão haver alguns ganhadores, assim como perdedores.”</p>
<p>fonte: <a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1508214" target="_blank">ecosfera.publico.clix.pt</a></p>
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		<title>[Plantas] Salsaparrilha</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/04/28/plantas-salsaparrilha/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 11:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latina: smilaxaspera Família Botânica: Liliáceas Partes Usadas: raizes Indicações: diurético e depurativo. Contra-indicações: pode causar hipertensão. É um subarbusto com caules gavinhosos: 2 gavinhas na base do pecíolo, junto aos nós. O caule é sarmentoso, fino e lenhoso provido de acúleos. As folhas são persistentes, pecioladas, cordiformes (triangulares) e aculeadas. As flores são verde-esbranquiçadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright" style="float: right;" src="http://ichn.iec.cat/Bages/alzinar/Imatges%20grans/Smilax%20aspera.jpg" alt="smil axaspera, planta" width="119" height="132" />Designação Latina: </strong>smilaxaspera</p>
<p><strong> Família Botânica:</strong> Liliáceas</p>
<p><strong>Partes Usadas:</strong> raizes</p>
<p><strong>Indicações:</strong> diurético e depurativo.</p>
<p><strong>Contra-indicações:</strong> pode causar hipertensão.</p>
<p><span id="more-1237"></span><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<p>É um subarbusto com caules gavinhosos: 2 gavinhas na base do pecíolo, junto aos nós. O caule é sarmentoso, fino e lenhoso provido de acúleos.<br />
As folhas são persistentes, pecioladas, cordiformes (triangulares) e aculeadas.<br />
As flores são verde-esbranquiçadas, em umbelas simples na axila das folhas e na extremidade dos ramos. Florescem de Agosto a Outubro.<br />
Os frutos são bagas vermelhas, semelhantes às da groselha.</p>
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		<title>[Plantas] Oliveira</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/04/16/plantas-oliveira/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latina: olea europea Família Botânica: Oleáceas Partes Usadas: folhas e fruto Indicações: A folha como hipotensor, o azeite como colagogo e laxativo Contra-indicações: -. Originária do oriente, a oliveira é actualmente cultivada em toda a Europa, principalmente nos países mediterrâneos, América Central e do Norte. A oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L., [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.fruitipedia.com/Olea_europea_subsp_cuspidata_fruit_620.jpg" alt="oliveira, folha, oliva, azeitona" width="161" height="132" />Designação Latina: </strong>olea europea<br />
<strong> Família Botânica:</strong> Oleáceas<br />
<strong>Partes Usadas:</strong> folhas e fruto<br />
<strong>Indicações:</strong> A folha como hipotensor, o azeite como colagogo e laxativo<br />
<strong>Contra-indicações:</strong> -.</p>
<p><span id="more-1220"></span><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<p>Originária do oriente, a oliveira é actualmente cultivada em toda a Europa, principalmente nos países mediterrâneos, América Central e do Norte. A oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L., família Oleaceae. </p>
<p>São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo. De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.</p>
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		<title>[Plantas] Celidónia</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/03/25/plantas-celidonia/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 19:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latina: Chelidonium majus Família Botânica: Papaveráceas Partes Usadas: Toda a Planta Indicações: Insuficiência hepática e vesicular, perturbações digestivas e verrugas. Contra-indicações: Pode provocar se tomado em excesso alterações neurológicas e cardíacas. A Celidónia é uma planta herbácea vivaz de 30 a 100 cm com talos ramificados e aveludados. O nome do seu género científico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.first-nature.com/flowers/images/chelidonium_majus1.jpg" alt="Chelidonium majus" width="138" height="147" />Designação Latina: </strong> Chelidonium majus<br />
<strong> Família Botânica:</strong> Papaveráceas<br />
<strong>Partes Usadas:</strong> Toda a Planta<br />
<strong>Indicações:</strong> Insuficiência hepática e vesicular, perturbações digestivas e verrugas.<br />
<strong>Contra-indicações:</strong> Pode provocar se tomado em excesso alterações neurológicas e cardíacas.</p>
<p><script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-1191"></span></p>
<p>A Celidónia é uma planta herbácea vivaz de 30 a 100 cm com talos ramificados e aveludados. O nome do seu género científico deriva do grego chelidón, que significa &#8220;andorinha&#8221;. De facto, em Portugal é ainda conhecida como &#8220;erva das andorinhas&#8221;, já que começa a florescer no início da Primavera (Março), mantendo a flor até ao Outono (Setembro), altura em que as andorinhas migram.</p>
<p>A cellidónia já era utilizada como erva medicinal pelos médicos gregos, especialmente no tratamento de problemas de pele, vesícula e fígado. Na China era utilizada como relaxante muscular, no tratamento das cataratas e como anti-espasmódico. </p>
<p>A sua seiva contém alcalóides tóxicos, pelo que é perigoso ingeri-la, tanto fresca, como seca. Pode ser usada também como cicatrizante, ainda que várias fontes bibliográficas alertem para os cuidados que se devem ter no seu manuseamento, já que é uma planta venenosa, de seiva corrosiva.</p>
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		<title>[Plantas] Boldo</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/02/03/plantas-arnica-2-18/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latina: Peumus boldus Família Botânica: Monimiáceas Partes Usadas: Folhas Indicações: Insuficiencia hepática, cálculos biliares, dispepsias e cirroses Contra-indicações: apenas fora de periodos de gravidez e amamentação. Pequeno arbustro de folhas persistentes, opostas, não recortadas e elípticas, com os bordos ligeiramente curvados para baixo. Apresentão cor verde ou esverdeada e odor e saboraromático Existem pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="peumus boldus" src="http://www.ecolyma.cl/galeria/albums/userpics/10034_Olmue_Annabella/normal_F02_Flores%20del%20boldo%200705.jpg" alt="peumus boldus" hspace="11" vspace="11" width="152" height="107" align="right" /><strong>Designação Latina: </strong>Peumus boldus<br />
<strong> Família Botânica:</strong> Monimiáceas<br />
<strong>Partes Usadas:</strong> Folhas<br />
<strong>Indicações:</strong> Insuficiencia hepática, cálculos biliares, dispepsias e cirroses<br />
<strong>Contra-indicações:</strong> apenas fora de periodos de gravidez e amamentação.<script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-310"></span></p>
<p>Pequeno arbustro de folhas persistentes, opostas, não recortadas e elípticas, com os bordos ligeiramente curvados para baixo. Apresentão cor verde ou esverdeada e odor e saboraromático</p>
<p>Existem pelo menos 4 plantas que são denominadas indistintamente de boldo, o Plectranthus barbatus , a Vernonia condensata (também chamado de boldo japonês), o Plectranthus neochilus (conhecido como boldo-rasteiro), e o Peumus boldus. Praticamente todas estas ervas são utilizadas para os mesmos fins, e por apresentarem sabor e aroma bem parecido,acabou-se por denominar todas estas plantas por boldo.</p>
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		<item>
		<title>[Livro] O Guia de Campo para Plantas Aquáticas e Palustres do Estado de São Paulo</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/01/29/livro-o-guia-de-campo-para-plantas-aquaticas-e-palustres-do-estado-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 08:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Guia de Campo para Plantas Aquáticas e Palustres do Estado de São Paulo é resultado de mais de dez anos de colectas conduzidas por pesquisadores e alunos da Universidade Estadual de Campinas. O livro, que atende tanto ao público especializado como ao leigo, traz identificação e descrição das espécies e um glossário ilustrado dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2009/03/foto_dentro9945_0.jpg" alt="O Guia de Campo para Plantas Aquáticas e Palustres do Estado de São Paulo" width="137" height="191" />O <strong>Guia de Campo para Plantas Aquáticas e Palustres do Estado de São Paulo </strong> é resultado de mais de dez anos de colectas conduzidas por pesquisadores e alunos da Universidade Estadual de Campinas. O livro, que atende tanto ao público especializado como ao leigo, traz identificação e descrição das espécies e um glossário ilustrado dos termos botânicos utilizados. São cerca de 400 espécies ilustradas em fotografias coloridas.<br />
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<span id="more-529"></span><br />
De acordo com Volker Bittrich, pesquisador colaborador do Departamento de Biologia Vegetal do Instituto de Biologia da Unicamp, um dos autores do livro, para facilitar a identificação das espécies por um leigo as plantas foram organizadas de acordo com as cores de suas flores, sendo que uma parte foi reservada para capins e plantas similares e outra para plantas sem flores ou com flores muito diminutas.</p>
<p>“Talvez a maior contribuição do guia seja permitir a identificação das plantas aquáticas e palustres tanto por profissionais como por pessoas interessadas, por meio de boas fotos e de breves descrições. Essas plantas ocorrem em qualquer local mais ou menos úmido e são de pequeno porte. Assim, qualquer pessoa pode encontrá-las e tentar identificá-las”, disse à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>O livro, que teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Publicação, inclui ilustrações tanto do hábito das plantas como de detalhes importantes para a identificação, como flores, frutos ou sementes.</p>
<p>Segundo Bittrich, uma das dificuldades iniciais foi que, como não havia câmaras digitais na época em que as pesquisas se iniciaram, muitas vezes as fotos feitas em regiões distantes se revelavam inadequadas e tiveram que ser repetidas.</p>
<p>“As plantas foram trazidas também para cultivo em tanques experimentais e isso foi fundamental para melhorar as fotos. Além disso, às vezes trazíamos plantas ‘de carona’ com a terra transportada de localidades distantes, o que foi muito bom para conseguir fotos delas também”, explicou.</p>
<p>Para outra autora do livro, Maria do Carmo Estanislau do Amaral, professora associada do Instituto de Biologia da Unicamp, o principal objetivo da publicação é mostrar ao leitor o nome correto das espécies.</p>
<p>Como ainda não existe um mapeamento completo da flora no Estado de São Paulo, a pesquisadora aponta que o guia poderá ser de ajuda também para botânicos, pois inclui algumas espécies que foram encontradas nas coletas depois que a descrição de algumas famílias já tinha sido publicado. A busca pelo nome correto das plantas, diz, não é uma atividade do tipo “arte pela arte”, mas tem uma grande importância prática.</p>
<p>“Trabalhamos, por exemplo, em colaboração em um projeto sobre o cervo-do-pantanal, uma espécie que estava praticamente extinta em São Paulo. Está sendo feito um estudo sobre as espécies de plantas que servem de alimento para esse cervo com uma população remanescente em uma área próxima ao município de Ribeirão Preto. Conhecer o nome correto das espécies é fundamental para a avaliação de outros ambientes palustres, de modo a permitir a reintrodução do cervo-do-pantanal em outras áreas do estado”, disse.</p>
<p>Maria do Carmo ressalta que ainda se desconhece grande parte da flora brasileira. “Mesmo no Estado de São Paulo, que tem a maior densidade de coletas de plantas do país e talvez a maior concentração de botânicos que trabalham com sistemática vegetal, ainda há uma enorme falta de coletas de plantas para permitir uma avaliação mais ou menos completa das espécies de plantas superiores que aqui ocorrem”, afirmou.</p>
<p><strong>Distinção de espécies</strong></p>
<p>Segundo Bittrich, muitas das espécies presentes no guia também ocorrem em outras regiões do país, mas existem algumas, como as pertencentes à família <em>Podostemaceae</em>, “que são altamente especializadas e vivem apenas em cachoeiras e águas correntes, algumas delas são conhecidas de apenas uma única localidade”. No Estado de São Paulo, as podostemáceas tornaram-se muito raras devido à poluição – principalmente química – dos rios.</p>
<p>“As descrições permitem depois checar caracteres que não podem ser facilmente visualizados e que são importantes para a separacão de espécies semelhantes. O glossário no fim do livro também deve facilitar o entendimento por pessoas não familiarizadas com a vasta terminologia botânica. Foram incluídas informações sobre a distribuição das espécies e, quando disponíveis, sobre seu uso ou o potencial como invasoras de culturas”, disse o pesquisador.</p>
<p>Bittrich lembra que existem diversos levantamentos de plantas aquáticas, mas basicamente são elaboradas listas de espécies, enquanto que chaves de identificação são bem mais raras. Segundo ele, algumas regiões são mais bem estudadas, como o Pantanal, e foram publicados livros com ótimas ilustrações sobre plantas aquáticas do Pantanal e de Bonito e região.</p>
<p>“Seria ótimo se existisse um guia das plantas aquáticas do Brasil, mas ainda estamos longe disso. Projetos desse tipo têm se tornado cada vez mais raros, entre outros motivos pela dificuldade de conseguir financiamento a longo prazo”, disse, enfatizando que a elaboração do guia só foi possível graças ao apoio da FAPESP, que financiou também grande parte dos projetos de pesquisa.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/9945/especiais/plantas-em-destaque.htm">fapesp</a><!--more--></p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Plantas] Alcaçuz</title>
		<link>http://sounatural.com/2010/01/28/plantas-arnica-2-27/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 07:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latina: Glycyrrhiza glabra Família Botânica: Leguminosas Partes Usadas: Raiz Indicações: Conjuntivite, fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais, úlceras pépticas, baço, rins, hepatite, toxinas, difteria, tétano, garganta Contra-indicações: -. Tem a sua origem na Europa meridional e Oriente. O uso medicinal do alcaçuz é datado dos povos antigos do Egito, relatado em seus papiros. A complicada composição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Glycyrrhiza glabra" src="http://www.dkimages.com/discover/previews/913/757126.JPG" alt="Glycyrrhiza glabra" hspace="11" vspace="11" width="120" height="179" align="right" /><strong>Designação Latina: </strong> Glycyrrhiza glabra<br />
<strong> Família Botânica:</strong> Leguminosas<br />
<strong>Partes Usadas:</strong> Raiz<br />
<strong>Indicações:</strong> Conjuntivite, fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais, úlceras pépticas, baço, rins, hepatite, toxinas, difteria, tétano, garganta<br />
<strong>Contra-indicações:</strong> -.<script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-400"></span></p>
<p>Tem a sua origem na Europa meridional e Oriente. O uso medicinal do alcaçuz é datado dos povos antigos do Egito, relatado em seus papiros. A complicada composição química do alcaçuz dá a ele um largo espectro de propriedades. Centenas de estudos já comprovaram sua ação no tratamento de doenças do fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais e úlceras pépticas.</p>
<p>Na China, onde é uma das ervas mais utilizadas, é indicado para o baço, rins e proteger o fígado de doenças. No Japão um preparado de alcaçuz é utilizado para tratar a hepatite. Estudos mostram que o uso do alcaçuz ajuda o fígado a combater as toxinas produzidas pela difteria, tétano, cocaína e estriquinina e também aumenta a estocagem de glicogênio.</p>
<p>Uma outra ação é de estimular as supra-renais. Muitos estudos comparam sua ação com a hidrocortisona, mas sem seus efeitos colaterais. Como a cortisona, diminui as inflamações e alivia sintomas de artrite e alergias, daí seu efeito anti-histamínico. A raiz possui glicirrizina (cinquenta vezes mais doce que a sacarose), que favorece a formação de hormônio como a hidrocortisona. Mulheres com ciclos menstruais irregulares tratadas com alcaçuz normalizam seus ciclos, pelo equilíbrio hormonal que o tratamento promove.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Dúvida] Depressão e Ansiedade com Valeriana?</title>
		<link>http://sounatural.com/2008/12/30/depressao-e-ansiedade-com-valeriana/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 00:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[Graúdos]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[  Fátima comentou em Dezembro 2008 eu m fatima depois de 22 anos dew casamento meu marido achou de me enganar com outra mulher so ke eu nao consigo esquecer este drama e sinto-me mt nervosa a 100 por cento com ensonia  palpitaçoes sempre chorando raiva da traiçao pensso ke foi enganada sem mereçer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/wp-includes/images/question_mark.jpg" alt="question mark ponto de interrogaçao" align="right" vspace="11" width="78" height="133" hspace="11" />  Fátima comentou em Dezembro 2008</p>
<p>eu m fatima depois de 22 anos dew casamento meu marido achou de me enganar com outra mulher so ke eu nao consigo esquecer este drama e sinto-me mt nervosa a 100 por cento com ensonia  palpitaçoes sempre chorando raiva da traiçao pensso ke foi enganada sem mereçer a mt tempo ke tomo olcadil mas nao me acalma o medico ja me freceitou fluoxetina mas tem mt contra indicaçoes nao kero tomar outro passousrlralina tb tem mts contrAs indicaçao tenho 3 filhos menores para ciudar ajudem-me posso tomar valariana por kuanto tempo com erva cidreira td junto ajudem-me ate dores no corpo td eu tenho ja nao tenho forças espero uama linda resposta bom ano para voçes ta e para mim foi um ano para esquecer bj<script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-469"></span></p>
<p><strong>Resposta: </strong></p>
<p>Fátima, 2008 não foi muito bom para si mas 2009 vai ser de certeza, acredite! <img src='http://sounatural.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
No seu caso pode tomar a Valeriana com Erva Cidreira, mas como já apresenta outros sintomas, deixo aqui a indicação de mais plantas para fazer uma infusão (chá).<br />
Retire o equivalente a 1 colher de sopa de cada planta e coloque em 1 litro de água a ferver. Deixe ferver 1 minuto, tape e deixe repousar 20 min (ainda tapado). Coar e beber morno ou frio.<br />
Valeriana officinalis -<a href="http://sounatural.com/?s=valeriana"> Valeriana</a><br />
Passiflora incarnata &#8211; <a href="http://sounatural.com/2008/01/21/plantas-arnica-2-8/#more-217">Flor da Paixão</a><br />
Matriacaria chamomilla &#8211; <a href="http://sounatural.com/2008/01/14/plantas-arnica-2-7/">Camomila</a><br />
Crataegus oxyacantha &#8211; Espinheiro alvar<br />
Hypericum perfuratum &#8211; Erva de São João</p>
<p>O ideal é tomar 4 chávenas por dia, mas a última deve ser morna e antes de deitar.<br />
Se houver necessidade pode tomar as mesmas plantas em comprimidos ou gotas, para obter um efeito mais rápido e mais tranquilizante. Esta fórmula, vai ajudá-la a recuperar as forças e a eliminar gradualmente as dores musculares que apresenta devido à exaustão física e mental.</p>
<p>Pode tomar a infusão durante 4 semanas seguidas,  e repousar 3 dias (mantendo apenas a Valeriana e o Crataegus). Se necessário retomar com todas as plantas.<br />
Aconselho a ler atentamente as indicações das plantas recomendadas e se tiver dúvidas volte a contactar-nos.</p>
<p>Por fim, se puder, quando se sentir um pouco melhor, procure tomar Ginseng para recuperar forças e dar novas forças para que em 2009 esteja mais forte do que nunca!<br />
(mantendo o chá)</p>
<p>As melhoras muito rápidas e muita força para o próximo ano!</p>
<p>SouNatural</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Dúvida] Beneficios das Algas</title>
		<link>http://sounatural.com/2008/12/16/duvida-equinacea-9-24-7-5/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 00:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mércia Comentou: Além desses beneficíos que trazem as algas, gostaria e saber se as mesmas são apropriavéis ao emagrecimento??? Saudações Resposta: Olá Mércia! Sim as algas também auxiliam nos processos de emagrecimento, contudo deve ter alguma atenção com a dosagem e a forma como as consome. Para este efeito a dosagem deve ser superior à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/wp-includes/images/question_mark.jpg" alt="question mark ponto de interrogaçao" align="right" vspace="11" width="78" height="133" hspace="11" /></p>
<p><img src="http://www.aquahobby.com/etc/fino/2699a.jpg" alt="Spirulina" align="left" width="116" height="107" /></p>
<p>Mércia Comentou:</p>
<p>Além desses beneficíos que trazem as algas, gostaria e saber se as mesmas são apropriavéis ao emagrecimento??? Saudações<script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-457"></span></p>
<p><strong>Resposta: </strong></p>
<p>Olá Mércia!<br />
Sim as algas também auxiliam nos processos de emagrecimento, contudo deve ter alguma atenção com a dosagem e a forma como as consome.<br />
Para este efeito a dosagem deve ser superior à quantidade que se consome numa refeição, mas tem de ter atenção se tiver alteração da função tiróideia.<br />
No geral pode ingerir algas nos seus cozinhados ou tomar suplementos. A Spirulina por exemplo &#8211; Considerada &#8220;Super comida&#8221; pelas suas qualidades,  ajuda a desintoxicar, uma vez que ela capta as impurezas e forneçe vitamina B12. Esta fantástica alga dá energia e ajuda a emagrecer.<br />
Mais info: <a href="http://sounatural.com/2008/01/25/beneficios-das-algas/#comments">Benefícios das Algas</a></p>
<p>Obrigada pela participação<br />
Volte sempre<br />
Equipe SouNatural<br />
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Plantas] Borragem</title>
		<link>http://sounatural.com/2008/12/08/plantas-arnica-2-35/</link>
		<comments>http://sounatural.com/2008/12/08/plantas-arnica-2-35/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 12:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturologia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>

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		<description><![CDATA[Designação Latim: Borago officinalis L. Família Botânica: Borragináceas Partes Usadas: Folhas, Pétalas, Sementes Indicações: Reumatismo, transtornos menstruais &#8211; TPM, Menopausa,  Furúnculos, Dermatites Contra-indicações: Não consumir folhas frescas em grandes quantidades, evitar na gravidez, se tomar anti-plaquetários. Planta anual que tem como característica mais marcante é a camada de pêlos que cobre toda a planta. Nativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.asergeev.com/pictures/archives/2008/639/jpeg/11.jpg" alt="Borragem" vspace="11" width="117" align="right" height="177" hspace="11" /></p>
<p><strong><br />
Designação Latim: </strong><em>Borago officinalis</em> L.<br />
<strong> Família Botânica:</strong> Borragináceas<br />
<strong>Partes Usadas:</strong> Folhas, Pétalas, Sementes<br />
<strong>Indicações:</strong> Reumatismo, transtornos menstruais &#8211; TPM, Menopausa,  Furúnculos, Dermatites<br />
<strong>Contra-indicações:</strong> Não consumir folhas frescas em grandes quantidades, evitar na gravidez, se tomar anti-plaquetários. <script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-445"></span></p>
<p>Planta anual que tem como característica mais marcante é a camada de pêlos que cobre toda a planta. Nativa da região do Mediterrâneo, a Borragem atinge cerca de 70cm de altura. Produz flores pequenas, cor azul/lilás. É também muito utilizada na culinária como decoração. Suas folhas também são comestíveis e têm sabor parecido com o pepino.<br />
As partes da planta mais utilizadas com fins terapêuticos são as pétalas e as sementes (de onde se extari o óleo de Borragem. É uma planta conhecida na pesquisa e tratamento do cancro há mais de 700 anos, registada no &#8220;Cancer Research Campaign, Registered Charity No 225838&#8243;.<br />
As sementes de Borragem são ricas em GLA &#8211; <em>Ácido Gamma Linoleico</em> que tem um efeito idêntico ao da planta <a href="http://sounatural.com/2008/11/28/plantas-arnica-2-34/">Onagra</a>. Este óleo é um importante intermediário na conversão metabólica do GLA em Prostaglandinas E1 (PGE1), que por suas vez modula a acção de outras hormonas.</p>
<p><!--[if !supportEmptyParas]-->Os benefícios principais desta planta são:<br />
<strong>TPM &#8211; Tensão Pré-Menstrual<br />
Menopausa<br />
Problemas de pele: Eczema, Psoríase<br />
Colesterol<br />
Hipertensão &#8211; tensão /pressão elevada<br />
Artrite Reumatóide<br />
Alcolismo<br />
</strong>Existem referências a outras indicações como:<strong><br />
Hiperactividade infantil, Obesidade, Nódulos benignos da mama</strong></p>
<p><strong><em>Precauções/Contra-indicações</em></strong><br />
Não deve ser consumido por pessoas que tomem antiplaquetários &#8211; aspirina, varfarina. Deve ser evitadoo durante a gravidez pela alteração hormonal. Estudos recentes revelam que o <em>consumo de grandes quantidades </em>de Flores de Borragem (folhas, caule e pétalas frescas) pode originar lesão hepática (fígado). Deve por isso ser evitado o consumo de planta fresca por pessoas que tenham problemas de fígado.</p>
<p><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p><!--[if !supportEmptyParas]--><strong>Curiosidades<br />
</strong> As folhas frescas podem ser consumidas como salada, misturadas com outras ervas, sopas, condimentar vegetais cozidos, saladas frescas, rechear pastéis, temperar manteigas aromáticas, molhos feitos de iogurtes, queijos cremosos e bebidas refrescantes; os rebentos são usados para aromatizar ponches e vinhos; as flores para enfeitar e aromatizar saladas verdes, tortas, sopas frias de frutos e vegetais; o uso das folhas é especialmente indicado para pessoas com dietas restritas em sal.<br />
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