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	<title>Sou natural &#187; animal</title>
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		<title>Sofrimento Animal&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 09:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos são os cursos que obrigam a manipular animais de forma por vezes acima dos direitos dos próprios, alguns ainda provocando a sua morte. No 1º ano do curso, 42% dos estudantes de Biomédicas enfrentam algum conflito ético, de acordo com uma pesquisa da Associação Latino-Americana de Ética, Negócios e Economia. Isso acontece porque o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.guiavegano.com.br/vegan/images/stories/animais/macacotestesemanimais.jpg" alt="macaco sofrendo" title="macaco sofrendo" align="right" height="147" hspace="11" vspace="11" width="200" />Muitos são os cursos que obrigam a manipular animais de forma por vezes acima dos direitos dos próprios, alguns ainda provocando a sua morte.</p>
<p>No 1º ano do curso, 42% dos estudantes de Biomédicas enfrentam algum conflito ético, de acordo com uma pesquisa da Associação Latino-Americana de Ética, Negócios e Economia. Isso acontece porque o uso de animais expõe o estudante a inúmeras contradições, diz o órgão, em documento publicado em maio. &#8220;Biólogos e médicos, com a missão de reduzir ou eliminar o sofrimento, são obrigados a matar para depois salvar, desrespeitar para, assim, respeitar.&#8221;<br />
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<span id="more-364"></span><br />
A autoridade do professor é raramente questionada pelos estudantes, que se calam por receio de se prejudicar. &#8220;Eles não são encorajados a expressar suas preocupações&#8221;, diz o sociólogo americano Arnold Arluke, da Universidade Nova York. &#8220;Os dilemas dos alunos são vistos pelos professores como questões pessoais. A coisa vai passando e de certa forma os alunos se acostumam.&#8221; Segundo o Ministério da Educação, a ética não é disciplina obrigatória em pelo menos 50% dos cursos no Brasil. Na universidade de Bachinski, ela não existe nem entre as optativas.</p>
<p>Afinal, é possível se tornar um bom biólogo sem usar bichos em laboratórios? A experiência internacional mostra que sim. Na Europa e nos EUA, os animais estão sendo substituídos. Cerca de 75% das instituições americanas não usam animal vivo no ensino de graduação. É o caso de universidades conceituadas como Harvard, Stanford, Colúmbia e Yale. Na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), os professores usam só animais que tiveram morte natural. Na pós-graduação, o uso de animais parece ser mais justificado academicamente. Mesmo assim, tem diminuído no mundo.<br />
42% dos estudantes de Biomédicas enfrentam conflito ético pelo uso de animais, diz uma pesquisa</p>
<p>Por que, então, essa é uma prática tão comum em laboratórios, centros de pesquisas e estabelecimentos de ensino? Talvez porque seja tão arraigada que poucos questionem. Filósofos como René Descartes comparavam os animais a peças de máquinas, a serviço dos homens. O impulso maior à vivissecção veio com o lançamento da obra Introdução à Medicina Experimental, do fisiologista Claude Bernard, no século XIX. Ela é tida hoje como um procedimento comum no ensino.</p>
<p>O biólogo americano George Russell, da Universidade Princeton, não acredita que a vivissecção possa tornar a pessoa mais capacitada tecnicamente. Menos ainda emocionalmente. &#8220;Cada vez que mata um animal, o estudante se torna mais insensível. Tais práticas levam a danos sistemáticos e progressivos na capacidade de sensibilidade e produzem mudanças de personalidade&#8221; , diz. &#8220;Uma pessoa que pode infligir sofrimento em animais pode fazer o mesmo com seres humanos.&#8221;</p>
<p>Se Bachinski tiver sucesso no final do processo, pode criar jurisprudência. Um caso idêntico ao dele abriu precedente para a atual lei estadual na Califórnia. A estudante americana Jenifer Grahan, da Universidade da Califórnia, se recusou a dissecar um animal em aula prática. A instituição não ofereceu a ela alternativas didáticas. A aluna levou o caso ao tribunal. Em pouco mais de um ano, uma centena de estudantes fez o mesmo e a Califórnia estabeleceu por lei os direitos do estudante de não usar animais. Em Bauru, interior paulista, uma lei municipal permite a objeção de consciência àqueles que lidam com experimentação animal em escolas ou centros de pesquisa. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou uma lei que regulamenta o uso de animais no ensino. Mas ela não prevê como lidar com objeções pessoais de alunos como Bachinski.<br />
fonte: <a href="http://www.guiavegano.com.br" target="_blank">guiavegano</a></p>
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		<title>Controlar a Raiva a cães e gatos</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 07:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agência FAPESP &#8211; Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP) desenvolveram uma metodologia inédita que, ao estimar as populações de cães e gatos de um município, pode ser aplicada de forma sistemática no planejamento e na avaliação de campanhas de vacinação contra a raiva animal. O desenvolvimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.freewebs.com/pcsnwc/135cat-dog.jpg" alt="cao e gato" title="cao e gato" align="right" height="150" hspace="11" vspace="11" width="200" />Agência FAPESP &#8211; Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP) desenvolveram uma metodologia inédita que, ao estimar as populações de cães e gatos de um município, pode ser aplicada de forma sistemática no planejamento e na avaliação de campanhas de vacinação contra a raiva animal.<br />
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<span id="more-342"></span><br />
O desenvolvimento do método, que permite a identificação de áreas de cobertura vacinal crítica, partiu de estimativas feitas na capital paulista: sete habitantes por cão e 46 habitantes por gato. A validação do método teve como base informações da campanha de vacinação contra a raiva de 2002, fornecidas pelo Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.</p>
<p>Com base nesses dados, coletados com o auxílio de sistemas de informação geográfica, o método permite fazer estimativas de densidade animal e do número de postos de vacinação móveis necessários para se atingir uma cobertura vacinal de 70% em cada região. Dados de literatura sugerem que uma cobertura nessa proporção previne cerca de 96% das epidemias rábicas nas grandes cidades.</p>
<p>“Os sistemas de informação geográfica integram softwares que podem ser baixados gratuitamente pela internet, permitindo a associação de dados cartográficos – como ruas, setores censitários e distritos administrativos – com dados não geográficos, como tamanho da população animal e número de postos de vacinação”, disse Marcos Amaku, coordenador do trabalho e professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da FMVZ, à Agência FAPESP.</p>
<p>Segundo ele, os municípios interessados na aplicação do método podem utilizar bases de dados censitárias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Qualquer município que tiver a base de dados do IBGE pode fazer estimativas da população animal utilizando os programas de informações geográficas e a razão de habitantes por animal que pode ser estimada pelos centros de controle de zoonose de cada cidade”, explicou.</p>
<p>Em São Paulo, os setores censitários foram agrupados de forma a compor os 96 distritos administrativos e as 31 subprefeituras da capital. Os pesquisadores estimaram a existência de 1,49 milhão de cães e 226,9 mil gatos domiciliados na cidade, totalizando uma população de cerca de 1,7 milhão de animais. As estimativas do estudo não incluíram a população de cães de rua, cuja cobertura vacinal é mais baixa.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, que elaboraram uma série de mapas de densidade animal para organizar a distribuição espacial dos postos de vacinação na capital, 1.729 é o número total de postos necessários no município para atingir a cobertura vacinal de 70%.</p>
<p>“Além de evitar as epidemias de raiva e evitar a formação de filas nos postos, com essa distribuição é possível deslocar a quantidade exata de recursos financeiros e humanos em cada posto de vacinação”, disse Amaku.</p>
<p>A raiva é uma zoonose causada por um vírus do gênero Lyssavirus que ataca o sistema nervoso de todos os mamíferos, principalmente bovinos, eqüinos, suínos, cães, gatos e morcegos. Uma vez iniciada a sintomatologia não há tratamento efetivo conhecido, o que faz com que, na zona urbana, a prevenção da raiva canina e felina por meio de campanhas de vacinação seja o instrumento mais eficiente para o controle da raiva humana.</p>
<p>Serviço de qualidade</p>
<p>O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo considera que, para não haver comprometimento da qualidade do serviço prestado, cada posto deve atender no máximo 700 animais por dia. Em 2002, cerca de 25% dos postos da capital paulista vacinaram um número superior a mil animais. “Esse grande número de animais em um único posto compromete a qualidade do serviço prestado e dá margem a problemas como brigas entre animais”, conta Amaku.</p>
<p>Dados de literatura estimam uma soroprevalência para raiva de 16,5% para os cães de rua da cidade de São Paulo. “Isso significa que apenas 16,5% dos cães de rua da capital paulista, cujo tamanho da população é ainda desconhecida, estariam protegidos contra a doença”, apontou.</p>
<p>“Essa baixa soroprevalência, associada à possibilidade de reintrodução do vírus rábico por outras espécies animais, é um fator que deve motivar um planejamento estratégico de vacinação e a manutenção de um sistema eficaz de vigilância epidemiológica nos municípios brasileiros”, disse Amaku.</p>
<p>O projeto de pesquisa que originou o método teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa e foi desenvolvido em parceria com pesquisadores do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Um artigo com a descrição da metodologia foi aceito e será publicado na Revista de Saúde Pública, editada pela Faculdade de Saúde Pública da USP.</p>
<p>Um software de sistemas de informações geográficas que pode ser usado para a aplicação do método, segundo Amaku, é o TerraView, disponibilizado gratuitamente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e cujo lançamento da versão 3.0 Plus foi noticiado pela Agência FAPESP<br />
fonte: <a href="http://blog.homeopatiaveterinaria.com.br/2008/06/11/raiva-sob-vigilancia/#more-244" target="_blank" class="broken_link">faspep</a></p>
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		<title>Sem Comentários&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://adsoftheworld.com/files/images/keimlingfaces.jpg" alt="cadeia alimentar" title="cadeia alimentar" width="509" align="baseline" height="323" /></p>
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		<title>Os Amigos do Seu Coração</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 15:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>

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		<description><![CDATA[As doenças cardiovasculares afectam milhares de pessoas em todo o mundo. Certos aspectos da nutrição são decisivos, quer no aumento do risco, quer na sua diminuição. Saiba como a alimentação pode ajudar a manter o seu coração saudável. Está perfeitamente demonstrado que existem vários componentes presentes nos alimentos, capazes de nos proteger das doenças cardiovasculares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.florbelamendes.net/content/images/small_pao_azeite.jpg" alt="azeite, pao tomate" title="azeite, pao tomate" vspace="11" width="120" align="right" height="120" hspace="11" />As doenças cardiovasculares afectam milhares de pessoas em todo o mundo. Certos aspectos da nutrição são decisivos, quer no aumento do risco, quer na sua diminuição. Saiba como a alimentação pode ajudar a manter o seu coração saudável. Está perfeitamente demonstrado que existem vários componentes presentes nos alimentos, capazes de nos proteger das doenças cardiovasculares, quer na redução do risco quer no tratamento da doença instalada.Estes componentes estão presentes essencialmente em alimentos de origem vegetal, entre os quais as verduras, frutas, leguminosas, oleaginosas, sementes e cereais integrais.<br />
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<span id="more-340"></span><br />
Vejamos então quais os factores nutricionais presentes nestes alimentos, que lhes conferem o poder de reduzir os risco de doenças cardiovasculares:</p>
<p><strong>Gorduras poliinsaturadas</strong></p>
<p>As gorduras poliinsaturadas dividem-se em dois grandes grupos: as gorduras da série ómega-3 (ácido linolénico) e ómega-6 (ácido linoleico). É importante manter um bom equilíbrio no consumo destes dois tipos de gorduras, dada a sua grande influência no processo das doenças cardiovasculares.</p>
<p>Muitas pessoas apresentam um consumo deficiente de ómega-3 (presente em enorme quantidade nas sementes de linho ou linhaça e no seu óleo, no peixe gordo e seu óleo; em doses moderadas nos óleos de canola, soja, girassol, milho, nas nozes e outros frutos oleaginosos, nos alimentos derivados da soja, tofu, gérmen de trigo e folhas verde escuras) e um consumo excessivo de ómega-6 (encontrado nos óleos de açafroa, girassol, milho, soja, gergelim, girassol, nozes, etc.)</p>
<p>As gorduras poliinsaturadas reduzem os níveis de colesterol total e colesterol LDL (&#8220;mau&#8221; colesterol). Entretanto, e apesar deste efeito benéfico na redução destas fracções do colesterol, é recomendada alguma moderação no consumo de gorduras poliinsaturadas devido à sua acção na redução da fracção HDL do colesterol (o bom colesterol), protector das doenças cardiovasculares.</p>
<p><strong>Gorduras monoinsaturadas</strong></p>
<p>Diversos estudos têm demonstrado o poder das gorduras monoinsaturadas na redução do colesterol total e LDL e dos triglicéridos, e na vantagem de não reduzir o colesterol HDL e até poder aumenta-lo ligeiramente.</p>
<p>As gorduras monoinsaturadas estão presente sobretudo no azeite e azeitonas, no óleo de avelãs, nos abacates, e nos frutos oleaginosos como a avelã, a amêndoa, o amendoim, os pistácios, a noz pecã e macadâmias.</p>
<p><strong>Fibras solúveis</strong></p>
<p>A fibra alimentar, sobretudo a fibra solúvel, revelou ter um efeito importante na redução dos níveis de colesterol do sangue. As fibras solúveis podem impedir a absorção de colesterol em excesso e eliminá-lo através das fezes. A parte do colesterol eliminada pode ser, quer do colesterol que ingerimos nos alimentos, quer daquele que o nosso corpo produz na forma de ácidos biliares.</p>
<p>As primeiras pesquisas realizaram-se com o farelo de aveia, que possui um elevado teor de fibras solúveis. Entretanto, descobriu-se que as fibras solúveis presente na fruta (pectina), nas leguminosas (gomas) e nos vegetais em geral, também são eficazes para baixar os níveis de colesterol.</p>
<p>Outras substâncias ricas em fibras solúveis incluem a goma guar, a ágar-ágar (gelatina vegetariana de origem marinha), certas algas e as sementes de linho.</p>
<p><strong>Fitoquímicos</strong></p>
<p>Os vegetais, as frutas e produtos de origem vegetal em geral, são óptimas fontes de substâncias designadas fitoquímicos, com potencial efeito na redução do risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Muitos fitoquímicos têm propriedades antioxidantes (carotenóides, flavonóides, vitaminas C e E, entre outros), ou seja, podem ajudar a proteger contra a oxidação do colesterol das LDL, reduzindo assim o dano às artérias coronárias.</p>
<p><strong>Proteína de soja</strong></p>
<p>Pesquisas revelaram que a substituição de toda, ou da maior parte, da proteína da dieta por proteína de soja, resultou numa descida do nível de colesterol no sangue de 23 a 30%, em pacientes com colesterol alto.</p>
<p>A proteína de soja é isenta de gorduras saturadas e colesterol alimentar, podendo bem ser essa a razão para o seu efeito na redução dos níveis de colesterol total e colesterol LDL.</p>
<p>Em resumo, se basearmos a nossa alimentação numa grande variedade de alimentos vegetais pouco processados, as probabilidades de sofrermos de doenças cardiovasculares é significativamente mais baixa.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.florbelamendes.net/index.jsp?section=nutricao_geral&amp;subsection=nutricao_clinica&amp;article_id=70" target="_blank" class="broken_link">florbelamendes</a></p>
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		<title>[Livro] A Vida Emocional dos Gatos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste livro o autor, o psicanalista Jeffrey Moussaieff Masson, mergulha no mundo secreto e divertido dos gatos, revelando emoções, desfazendo mitos e acompanhando a evolução do felino, desde criatura solitária da selva até companheiros do ser humano. No âmago deste livro extraordinário está a observação pura e muitas vezes divertidaa que Masson fez dos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste livro o autor, o psicanalista Jeffrey Moussaieff Masson, mergulha no mundo secreto e divertido dos gatos, revelando emoções, desfazendo mitos e acompanhando a evolução do felino, desde criatura solitária da selva até companheiros do ser humano.</p>
<p style="text-align: center"> <img src="http://www.sinaisdefogo.pt/files/BOOKS/covers/143_MAIN.jpg" alt="A Vida Emocional dos Gatos - Uma Viagem ao Coração dos Felinos" title="A Vida Emocional dos Gatos - Uma Viagem ao Coração dos Felinos" vspace="11" width="130" height="195" hspace="11" /></p>
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<span id="more-331"></span><br />
No âmago deste livro extraordinário está a observação pura e muitas vezes divertidaa que Masson fez dos seus cinco gatos. O comportamento travesso, a altivez e a feição proporcionam uma forma de analisar emoções que vão da satisfação ao ciúme, da raiva ao amor.</p>
<p>Os gatos são egoístas? Enquanto o egocentrismo humano é definido pela falta de interesse de um indivíduo pelos outros, o narcisismo de um gato é completamente diferente. Os gatos podem parecer egocêntricos, mas nunca deixam de nos observar, assimilando tudo sobre nós. Vêem-nos e sabem que existimos, algo muito distante da vaidade.</p>
<p>Os gatos são curiosos, um traço característico que raramente os mata. Pelo contrário, dá-lhe a possibilidade de avaliar, à sua maneira idiossincrática, se somos merecedores da sua atenção. Os gatos sentem-se felizes por serem quem são. O que pensam sobre nós é um assunto completamente diferente. &#8220;Precisamos que os gatos precisem de nós&#8221;, frisa Masson. &#8220;Incomoda-nos que não precisem. Mesmo assim, parecem gostar de nós.&#8221;</p>
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		<title>Novo tipo de Pirilampo</title>
		<link>http://sounatural.com/2008/06/29/novo-tipo-de-pirilampo/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 09:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que eles sempre existem É sempre bom dar este tipo de noticias, principalmente porque significa que estamos a compreender cada vez mais o mundo em que vivemo, mas também porque nos faz lembrar que não estamos sós por cá! O Parque Biológico de Gaia anunciou hoje a descoberta de uma espécie de pirilampo nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ecosfera.publico.clix.pt/viewimages.aspx?tp=UH&amp;db=IMAGENS&amp;id=234989&amp;w=230&amp;h=0" alt="pirilampo" title="pirilampo" vspace="11" width="130" align="right" height="86" hspace="11" />Parece que eles sempre existem <img src='http://sounatural.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  É sempre bom dar este tipo de noticias, principalmente porque significa que estamos a compreender cada vez mais o mundo em que vivemo, mas também porque nos faz lembrar que não estamos sós por cá!</p>
<p>O Parque Biológico de Gaia anunciou hoje a descoberta de uma espécie de pirilampo nova em Portugal, sendo que até agora era apenas conhecida em Espanha e França.</p>
<p>A identificação deste espécie &#8211; Lamprohiza mulsanti Kieserwetter &#8211; foi feita a partir de &#8220;exemplares colhidos por um grupo de entomólogos no Parque Biológico de Gaia e noutras localidades do Norte de Portugal&#8221;, refere o parque.</p>
<p>Esta espécie foi primeiramente classificada em 1850, por Ernest August Hellmuth von Kiesenwetter, um entomologista alemão cujas colecções encontram-se no Museu de História natural de Munique e no Staatliches Museum fur Tierkunde, em Dresden.</p>
<p>fonte: <a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331778" target="_blank">ecosfera</a></p>
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		<title>[Livro] Quando os Elefantes Choram: A vida emocional dos animais</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 09:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
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		<description><![CDATA[A ideia básica parece ser que se alguma coisa não sentir a dor da forma como um ser humano a sente, é permitido magoá-lo. Apesar de isto não ser necessariamente verdade, a ilusão das diferenças é mantida pelo medo que a percepção de similaridades poderá dar origem à obrigação de acordar respeito e talvez mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A ideia básica parece ser que se alguma coisa não sentir a dor da forma como um ser humano a sente, é permitido magoá-lo. Apesar de isto não ser necessariamente verdade, a ilusão das diferenças é mantida pelo medo que a percepção de similaridades poderá dar origem à obrigação de acordar respeito e talvez mesmo igualdade. Parece ser particularmente o caso quando se trata de sofrimento, dor, mágoa e tristeza. Nós não queremos causar essas sensações aos outros porque sabemos o que se sente quando somos nós a experimentá-los. Ninguém defende o sofrimento como tal</p>
<p style="text-align: center"> <img src="http://www.sinaisdefogo.pt/files/BOOKS/covers/95_MAIN.jpg" alt="Quando os Elefantes Choram: A vida emocional dos animais" title="Quando os Elefantes Choram: A vida emocional dos animais" vspace="11" hspace="11" /></p>
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<span id="more-330"></span></p>
<p align="justify"> Mas o que dizer das experiências em animais? A sua defesa gira à volta de utilidade, opondo a importância do maior bem comum face a um sofrimento menor. Implícita está habitualmente a maior importância daqueles que lucram com isso (por exemplo, os cientistas empregues pelas empresas de cosmética ou farmacêuticas para realizar experiências em coelhos) comparativamente à menor importância daqueles que são sacrificados para o benefício dos primeiros.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Um investigador que realiza experiências em animais inevitavelmente irá quase sempre negar que os animais sofram da mesma forma que os humanos. Em caso contrário ele estaria implicitamente a admitir a crueldade. O sofrimento experimental não é imposto ao acaso e sem consentimento nos seres humanos e defendido como ético com base em que irá proporcionar enormes benefícios a outros (Pelo menos já não hoje em dia). Os animais sofrem. Poderemos ou deveremos nós medir o seu sofrimento, compará-lo com o nosso próprio? Se for como o nosso, como poderá isto continuar? Tal como Rousseau escreveu no seu Discourse on the Origin of Inequality em 1755: &#8220;Parece que, se for obrigado a não ferir qualquer ser como eu próprio, não é tanto por tratar-se de um ser razoável *, mas sim porque se trata de um ser sensível&#8221;. Para além disso, porque é que o sofrimento tem de ser igual ao nosso para que seja injustificável infligi-lo? Tem sido argumentado que os humanos experimentam a dor mais acentuadamente porque a recordamos e antecipamos; de acordo com os termos de Rousseau porque somos &#8220;razoáveis&#8221;. Contudo não é manifesto que os animais não possam fazer essas mesmas duas acções.</p>
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		<title>[Livro]  O Porquinho que Cantava à Lua</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 09:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando os Elefantes Choram, bestseller da autoria de Jeffrey Moussaieff Masson, foi o primeiro livro desde o tempo de Darwin a explorar o tema das emoções no reino animal, particularmente dos animais que vivem em estado selvagem. No presente livro, o autor centra-se sobretudo no mundo mais fechado dos animais de criação, revelando provas surpreendentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os Elefantes Choram, bestseller da autoria de Jeffrey Moussaieff Masson, foi o primeiro livro desde o tempo de Darwin a explorar o tema das emoções no reino animal, particularmente dos animais que vivem em estado selvagem. No presente livro, o autor centra-se sobretudo no mundo mais fechado dos animais de criação, revelando provas surpreendentes e irrefutáveis de que os animais de capoeira e de curral também têm sentimentos &#8211; e até mesmo consciência.</p>
<p style="text-align: center"> <img src="http://www.sinaisdefogo.pt/files/BOOKS/covers/120_MAIN.jpg" alt="O Porquinho q" title="O Porquinho q" vspace="11" width="130" height="194" hspace="11" /></p>
<p><script type="text/javascript"><!--
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<span id="more-329"></span><br />
Baseando-se em literatura, exemplos da vida real, estudos científicos e nas próprias observações de Masson de porcos, vacas, ovelhas, cabras e galinhas, efectuadas ao longo de cinco anos, esta obra importante dá finalmente voz, sentido e dignidade a esses gentis animais criados para serem ordenhados, tosquiados, mortos e consumidos. Será possível saber o que torna um animal feliz? Muitos estudiosos do comportamento animal afirmam que não, mas Jeffrey Masson pensa de maneira diferente: os animais são felizes se puderem viver de acordo com a sua própria natureza. Se assim não viverem, os animais de criação parecem destinados a uma vida de sofrimento.<br />
Das pastagens às capoeiras e aos currais, Masson testemunha as emoções e a inteligência destes notáveis animais domésticos, cada um deles com qualidades distintas. Durante muito tempo, foram diminuídos e tratados como meras criaturas instintivas, e não como seres capazes de sentimentos. Desfazendo o mito do «animal estúpido e sem sentimentos», Jeffrey Masson escreveu um livro revolucionário, que vai sem dúvida suscitar profundas emoções no seu leitor.</p>
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		<title>Causas Animais&#8230;.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 09:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos animais&#8230;. e temos de ter isso sempre em mente cada vez que nos cruzamos com outra espécie animal, especialmente quando simplesmente as espezinhamos ou ignoramos, ou até mesmo a comemos no nosso restaurante preferido. Ao ler o artigo que aqui passo na integra, lembro-me sempre que este mundo não foi criado apenas e só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.guiavegano.com.br/vegan/images/stories/artigos/monkey2.png" alt="macaco surdo" title="macaco surdo" align="right" height="194" hspace="10" vspace="10" width="132" />Somos animais&#8230;. e temos de ter isso sempre em mente cada vez que nos cruzamos com outra espécie animal, especialmente quando simplesmente as espezinhamos ou ignoramos, ou até mesmo a comemos no nosso restaurante preferido. Ao ler o artigo que aqui passo na integra, lembro-me sempre que este mundo não foi criado apenas e só para nós Humanos, mas sim para todo um reino animal em sintonia.</p>
<p>Robson é estudante de Gestão Ambiental no Cefet-PE. Nascido em 1987 no Recife, escreve artigos com tema livre, por inspiração e hobby. É vegetariano, amante dos animais e ateu.</p>
<p>&#8220;Desde 2005 eu venho vivendo algumas breves &#8220;sagas&#8221; de conscientização das pessoas em comunidades do orkut, quase sempre relacionadas à defesa dos animais. Minha primeira &#8220;saga&#8221; foi de indução ao boicote contra Jennifer Lopez &#8211; que ainda hoje usa casacos de pele, e felizmente decaiu muito em vendagem de discos &#8211; e a última foi denunciando a atitude ignorante e cega da banda CPM 22 de tocar em festas de rodeio.&#8221;<br />
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<span id="more-270"></span>No meio tempo, entrei em diversas comunidades comuns (como a de Caruaru, a do Sport Recife e várias grandes comunidades católicas). Uma minoria apoiou minha causa em parte dessas comunidades, mas uma lamentável maioria demonstrou ignorância, desdém e alienação perante assuntos como a maldade contida em rodeios, vaquejadas e casacos de pele. Pelo que a turma terminou consentindo nessas comunidades ao não negarem meus argumentos, os alienados preferem ver o CPM 22 tocando em eventos neonazistas e Jennifer Lopez matando um arminho a pauladas a entender a relevância da causa animal e o valor da compaixão pelos bichos, e mesmo os católicos aceitam o absurdo dogma de que o homem é &#8220;superior&#8221; aos animais não-humanos e pode fazer com eles o que quiser, fazendo São Francisco de Assis se revirar e chorar no túmulo. É a conseqüência da ignorância advinda do não-ensinamento midiático, familiar e escolar sobre a importância de se prezar pelos animais (ops, o prezo pela vida animal transcende o termo &#8220;importância&#8221;, do mesmo jeito que não se mede a importância de se gostar de uma pessoa de bem e proteger sua vida).</p>
<p>Vemos, não só no Brasil, mas no mundo inteiro, perversos e viciosos ensinamentos consuetudinários em que animais em geral são considerados &#8220;coisas&#8221; sem sentimentos e sem valor espiritual &#8211; me refiro não a &#8220;espiritual&#8221; de religião, mas de ter personalidade, sentimentos, virtudes, etc.. É ensinado, sem nenhum fundamento racional válido, que algumas espécies (por exemplo, cães, gatos ou bois) têm mais valor que outras (como porcos e peixes em geral) e que apenas algumas delas não devem ser exploradas para consumo &#8211; mas ainda assim podem ser comercializadas e/ou aprisionadas para fim de tê-las por perto. Mas vou me restringir ao Brasil, que obviamente é o caso que eu posso descrever com minha experiência de vida.</p>
<p>As pessoas aqui, desde criancinhas, são induzidas a aceitar idéias enganosas e, quando analisadas com senso crítico e empatia taxonômica (de sentir-se no lugar da espécie alheia), constatadas como absurdas. Entre esses aspectos bisonhos, cito os exemplos dos circos com animais &#8211; que felizmente estão sendo pouco a pouco proibidos -, dos desenhos em que a vaquinha está feliz quando funcionários pecuaristas lhe extraem leite ou a galinha está contente por você ter escolhido sua carne ou seus ovos na refeição passada, e das maldizentes canções infantis populares, como a terrível &#8220;Atirei o pau no gato&#8221;. Ocultam os terrores que existem por trás da obtenção do leite e da carne, como o roubo de bezerros da mãe e a matança sem misericórdia de bois, e banalizam os maus tratos contra animais. Você acredita que até Vinícius de Moraes e Toquinho &#8211; logo eles! &#8211; já cantaram banalizando a maldade, em algumas canções dos discos A Arca de Noé 1 e 2? E o próprio Chaves do SBT &#8211; ah não, até tu, Chavinho?! &#8211; exibe gaiolas e induz a aprisionar peixes em aquários e comer presunto e frangos à vontade, como se nascessem em árvores! O efeito disso é óbvio: crianças sentirão prazer em, por exemplo, comer carne e ter aquários e gaiolas. Sem falar nos veículos de comunicação que criminosamente divulgam rodeios, vaquejadas, circos com animais, artistas com casacos de pele e muitos outros meios de agressão coletiva contra bichos e ainda por cima se omitem na função social de prover uma influência positiva e construtiva no que concerne ao respeito ao direito de todos os animais. Para lamento dos defensores animais, a meninada, por essa mídia, se desvia do valor humano que há em preservar a vida dos bichos e zelar por eles.</p>
<p>Em seguida, a educação dos pais é outra que questiono. Como não tiveram nem em suas gerações nem hoje os ensinamentos preciosos da valorização espiritual dos animais, tratam seus bichos com certa ignorância &#8211; por exemplo, afugentando seu gato da porta aos gritos e prendendo o cachorro no porão à noite &#8211; e, vez ou outra, danam-se a induzir seus filhos a idéias estúpidas e especistas, como estas: &#8220;ter um cãozinho Beagle soa melhor do que ter um vira-lata&#8221; (zôo-racismo), &#8220;compre animais que compensem o preço&#8221; (mercantilização da vida), &#8220;escolha aquele canário douradinho porque ele canta mais bonito&#8221; (perpetuação do aprisionamento de animais), &#8220;é tão lindo ter uma beta azulada nesse aquário&#8221; (idem)&#8230; É bem difícil ver um(a) pai/mãe dizer ao seu filho que animais não devem ser discriminados nem comercializados pois têm um valor espiritual que não se pode desprezar. Daí vemos as crianças estimando um cão mais que o outro, escolhendo e comprando gatos em pet-shops como se fossem produtos de marca, maltratando os animais sem tutor (dono não, tutor! Vide outro artigo meu) na rua e fazendo outros absurdos. São sérios vícios que passam de geração para geração, do mesmo jeito que um fanático religioso doutrina seus filhos a também serem fanáticos.</p>
<p>E também está no barco do não-ensinamento a escola. Desde as canções infantis que muitas escolas tradicionais ainda reproduzem, como a &#8220;Atirei&#8230;&#8221; e as d&#8217;A Arca de Noé, até a doutrinação alimentar com a falsamente indispensável carne nas aulas de biologia, ela se configura como cúmplice da perpetuação da segregação da vida animal. Eu pessoalmente nunca aprendi, nas escolas onde passei, sobre a preservação da vida dos animais, sobre vegetarianismo, sobre especismo, sobre maus-tratos contra animais, sobre quase nada que concirna aos direitos dos animais. Outro agravante é que a própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/96) sequer cita a palavra &#8220;animais&#8221;, um indicativo de que o aprendizado sobre os direitos dos bichos ainda é geralmente tratado como mero acessório dispensável por parte das instituições de ensino e pelo Ministério da Educação.</p>
<p>Sem pais, sem escola, sem mídia para se ensinar as crianças a terem amor incondicional, compaixão e misericórdia para com os bichinhos, continua-se formando gerações perversas e ignorantes. Daí, numa sociedade despreparada, os defensores divulgam seus valores, protestos e apelos e as pessoas vêm com desdém, ignorância e até agressividade. É daí que gente como eu é destratada, desdenhada, respondida com argumentos tão frágeis quanto idiotas, ignorada e, em algumas ocasiões, expulsa no fim de tudo, porque cometemos o &#8220;crime&#8221; de denunciar os podres dos músicos ou padres que os fãs ou fiéis tanto idolatram &#8211; e cujos atos seriam repetidos sem se pensar duas vezes. Essa demência coletiva se faz tão grande a ponto de dar a impressão de que parece ser impossível incutir nessa sociedade as idéias de que comer carne é imoral, rodeio é crime contra animais e o veganismo é o hábito de consumo mais ético que existe. Nessa aparente e virtual &#8220;impossibilidade&#8221;, o ser humano continua prazerosamente se portando como o diabo dos animais não-humanos &#8211; e de outros humanos também, lembre-se de que uma diabrura complementa a outra.</p>
<p>O que nós que escrevemos artigos como este e fazemos protestos contra as crueldades, sendo essa minoria desdenhada por grande parte da maioria, podemos fazer? O que sugiro é que persistamos e persistamos. Uma parte da maioria despreza nosso ideal, mas a outra parte se faz pensativa quando nós lhe pregamos o bem dos animais. E é essa turma compreensiva que vai aos poucos ceder seres pensantes para nós. Digo por experiência própria: graças ao bom Capitão Planeta, cujos ensinamentos eu jamais esqueci, e aos vegetarianos que estavam lá pregando suas idéias em seus sites e comunidades orkutianas enquanto eu estraçalhava carcaças de frango assado e peixes, estou aqui hoje fazendo minhas investidas de conscientização e mostrando às pessoas que ser vegetariano e boicotar produtos testados em animais são as melhores decisões a serem tomadas individualmente. Continuemos lutando persistentemente até obtermos o arrependimento e a redenção do já citado &#8220;diabo dos animais&#8221;.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiavegano.com.br/vegan/" target="_blank">guiavegano</a></p>
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		<title>Horror em Matadouro (uma vez mais&#8230;.)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 09:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SouNatural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>

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		<description><![CDATA[A organização Humane Society of the United States fez imagens impressionantes de um matadouro na Califórnia, onde os empregados tratam as vacas que estão para abate com requintes de crueldade e tortura, muitas visivelmente doentes são postas para abate assim mesmo e processadas. Cabe a nós não deixar este tipo de acção impune! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A organização Humane Society of the United States fez imagens impressionantes de um matadouro na Califórnia, onde os empregados tratam as vacas que estão para abate com requintes de crueldade e tortura, muitas visivelmente doentes são postas para abate assim mesmo e processadas. Cabe a nós não deixar este tipo de acção impune!</p>
<p width="425" height="355">&nbsp;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="425" height="355"><param name="width" value="425" /><param name="height" value="355" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/SWmAJlwLnQI&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/SWmAJlwLnQI&amp;hl=en"></embed></object></p>
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