Vários estudos científicos asseguram que cada vez mais pessoas preferem reforçar os seus tratamentos alopáticos com alternativas médicas não convencionais quando precisam de tratar alguma doença ou para prevenir um desequilíbrio orgânico.
Segundo estatísticas recentes, só nos Estados Unidos, mais de 60% da população toma algum tipo de suplemento.
Os medicamentos à base de ervas não só têm os compostos botânicos que ajudam na prevenção e cura de algumas doenças, como possuem centenas de nutrientes como minerais, vitaminas e ácidos gordos, essenciais para uma saúde mais saudável. Há ocasiões em que até os próprios especialistas alopáticos aconselham o paciente a recorrer à medicinas alternaticas, para reduzir efeitos secundários e como prevenção de algumas patologias.
São bastante os mitos que andam por traz das proteínas numa dieta vegetariana, este artigo escrito por Eduardo Fraccarolli Buriola, apresenta 8 mitos que queremos rapidamente retirar do nosso quotidiano. Aqui ficam eles:
1º Mito – As Proteínas Vegetais são incompletas.
Verdade – alguns alimentos podem conter baixos valores de um ou mias aminoácidos especifico, mas a combinação de diferentes alimentos vegetais fornece todos os aminoácidos necessários em quantidades adequadas.
2º Mito – As proteínas vegetais não são tão boas como as animais.
Verdade – Proteínas vegetais podem ser iguais ou melhores do que proteínas animais. A qualidade depende da fonte da proteína vegetal ou sua combinação.
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Do topo absoluto da cadeia alimentar, os seres humanos dão-se ao luxo de comer tudo, mas a um preço elevado: a pesca maciça está a levar espécies marinhas à extinção, a piscicultura polui a água o solo e a atmosfera.
Alimentar a humanidade – nove bilhões de indivíduos até 2050, segundo as previsões da ONU – exigirá uma adaptação de nosso comportamento, sobretudo nos países mais ricos, que precisarão ajudar os países em desenvolvimento.
Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a produção mundial de carne deverá dobrar para atender à demanda mundial, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.
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A alimentação durante a gravidês é muito importante o que provado com o conhecimento de novos estudos. O consumo de vegetais durante a gestação mantém a saúde de mãe e do bebé e permite também diminuir o risco de que a criança desenvolva diabetes tipo 1 em fases posteriores da vida.
Neste novo estudo, dados de exames de sangue de quase 6.000 crianças de 5 anos foram analisados. Crianças em risco de diabetes tipo 1 produzem anticorpos que atacam as células produtoras de insulina, no pâncreas.
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Muito bom dia, e nada melhor do que um bom carnaval para voltar a um postezinho
, Esperamos que tenha sido de vosso agrado esta epoca festiva. Aqui em Portugal esteve sempre a chover, mas nada moveu os foliões de sair á rua! E aí pelo Brasil? Pelas imagens que aqui chegam muito calor
, já temos escola vencedora? Digam coisas!
Agora um artigo que achei muito interessante que nos conta um pouco a icencia do vegetarianismo no Carnaval por Fábio Euksuzian
Nem todos sabem, mas todo esse samba no pé que assola nosso país nessa época do ano, crava suas controversas origens na mais remota antiguidade, em um antigo festival que celebrava as épocas de colheita às margens do Nilo; reverência ao Deus Saturno em Roma ou culto às qualidades de Dionísio na Grécia…bem, o que se sabe é que passados alguns séculos, a festa começou a ser “organizada” pela Igreja Católica e a dar início à famosa Quaresma – quarenta dias de abstinência de carne, com objetivo de amenizar os pecados e que se encerraria somente no domingo de Páscoa.
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Hoje gostaria de partilhar convosco um artigo bastante interessante escrito pela Florbela Mendes. É sempre uma oportunidade para quem pretende mudar a sua alimentação o possa fazer com alguma segurança. Sempre defendemos que não se deve mudar os hábitos alimentares de um dia para o outro, mas sim fazer um desmame da antiga alimentação para a nova, seja ela qual for. Bom, estas e outras dicas se seguem para quem realmente se quer tornar vegetariano ou melhorar determinados aspectos.
“Os produtos de origem animal, em especial a carne, têm levantado diversos problemas e gerado um sentimento de insegurança por parte dos consumidores habituais desses alimentos. Seja por questões de saúde, compaixão pelos animais, política ambiental, aspectos religiosos ou qualquer outro motivo, muitas pessoas têm levantado a hipótese de se tornarem vegetarianas.
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A Macrobiótica é um regime alimentar e de vida. Por definição é um conjunto de regras de higiene conducentes ao prolongamento da vida. A dieta macrobiótica tem princípios que datam de mais de 4.000 anos atrás. É um sistema empírico e a sua base foi a experimentação e a análise minuciosa. A sua designação deriva de macro, grande, e bio, vida. Considera-se Ekiken Kaibara (1630 a 1716) o pai da macrobiótica.
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Já se prepara a Semana Vegetariana de 2009!
O Objectivo é promover todo o conceito vegetariano, desde a alimentação, vida saudável, ética e ecologia. Esperamos que à semelhança do ano passado ocorram palestras, debates, workshops. Também aderiram várias empresas com descontos e promoções diversas de produtos e serviços um pouco por todo o país. Este ano contamos com ainda mais apoio e divulgação! Junte-se à causa por um mundo mais saudável e participe este ano na Semana Vegetariana 2009. Esta iniciativa louvável foi criada pelo Centro Vegetariano, Associação Ambiental para a Promoção do Vegetarianismo em Portugal.
Recebi este ficheiro que é no mínimo interessante!
Vem mostrar mais uma vez que o conhecimento empírico, que realmente atravessou gerações, que se multiplicou pelo mundo estava correcto.
Várias imagens valem ainda mais que muitas palavras… 8-O Vejam só
Será coincidência?
Mais uma boa noticia para quem prefere uma alimentação mais cuidada e rica em verduras. Segundo pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center, todos os vegetais, especialmente brócolos, repolho e seus primos cruscíferos, podem reduzir substancialmente o risco de câncer de próstata, A ingestão de apenas três porções de vegetais por dia pode diminuir os riscos da doença em até 50%. Enquanto cenoura, feijão, verduras e tomates cozidos provaram diminuir os riscos, o maior efeito foi aquele referente aos vegetais crucíferos. As descobertas estão na edição de Janeiro de 2000 do Journal of the National Cancer Institute.
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