Hoje recuperamos um artigo muito interessante de Flávia Mantovani para o Folha de São Paulo, este artigo descreve a necessidade de uma alimentação cuidada quanto se pretende aplicar a mesma a uma criança, mantendo ainda assim a certeza que providenciam o desenvolvimento normal da mesma.
“Depois de analisar estudos que comparam o desenvolvimento de crianças vegetarianas com o de onívoras, a Associação Dietética Americana e a Academia Americana de Pediatria concluíram que as dietas vegetarianas, incluindo as veganas, promovem o crescimento normal “quando bem planeadas”.
O planeamento é apontado por médicos e nutricionistas como a chave para conseguir um bom balanço nutricional. “Pais vegetarianos precisam estar dispostos a mudar a rotina. Têm que ligar para o hotel antes de viajar para saber se há opções, tomar cuidado ao comer na rua, ensinar à cozinheira certos pratos. Exige dedicação, mas, com um mínimo investimento de energia, dá para implementar”, diz o nutricionista George Guimarães, membro do departamento científico da SVB e proprietário da NutriVeg, consultoria de nutrição vegetariana. Seus dois filhos, de sete e seis anos, são criados com base na dieta vegana.
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Ingredientes:
1 tira de alga wakame
1/2 L de água
1 cebola
1/4 de couve chinesa
1/2 molho de cebolinho picado
1 colher de miso de cevada
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A gota é uma doença reumatológica, inflamatória e metabólica, que cursa com hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue) e é resultante da deposição de cristais do ácido nos tecidos e articulações. Ocorre quando há um excesso de ácido úrico no organismo e os rins não são capazes de o eliminar eficazmente.
O ácido cristaliza em pequenos depósitos pontiagudos, semelhantes a agulhas em miniatura, provocando dores intensas e inflamação. Os primeiros sinais de ataque podem, com efeito, consistir na sensação febril, antes de incharem as articulações. É uma afecção comum, ocorrendo de 0,2 a 0,3/1000 na população geral. Sua maior incidência ocorre entre os 30-50 anos de idade, com predomínio do sexo masculino (95%). No sexo feminino ocorre geralmente após a menopausa.
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As novas e frequentes investigações em redor da soja garantem o seu efeito benéfico para a saúde da mulher, e não só durante a menopausa devido principalmente á presença de isoflavonas e fitoestrogéneos na soja. Na verdade, a sua eficácia, sem os controversos efeitos secundários apresentados pela terapia hormonal de substituição, levou a que os investigadores renovassem os seus esforços na tentativa de conhecer mais sobre os seus mecanismos de acção.
Eis algumas novidades incluídas na interessante conferência dada pela Dr.ª Antónia Lizárraga, especialista em nutrição e dietética, nas VII Jornadas de Fitoterapia e Etnobotânica, organizadas por Santiveri.
- É importante manter a flora intestinal saudável, o que se repercute na absorção das isoflavonas. Assim, aconselha-se que durante a menopausa se realizem curas periódicas (três ou quatro vezes por ano) com lactobacilos.
- Se a flora intestinal é a adequada, as isoflavonas actuam ao fim de duas ou três horas, eliminando-se posteriormente. Logo, é importante complementar a sua dieta com isoflavonas diariamente, visto que estas não se acumulam.
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Um estudo universitário da Universidade de Münster, na Alemanha concluiu que uma alimentação pobre em calorias aumenta a memória em pessoas com mais de 60 anos. Mais afirmam os responsáveis pela investigação que ao reduzir o consumo de calorias entre 30 a 50%, faz aumentar as pontuações de testes de memória.
Este estudo teve como base pessoas da faixa etária de mais de 60 anos, e provou que os resultados foram consideravelmente melhores quando comparado com um grupo idêntico em que nada modificaram na sua alimentação, o estudo teve a duração de três meses.
Estes resultados abrem caminho ao estudo do papel da insulina (indispensável na utilização dos açúcares dos alimentos como fonte de energia) sobre o declínio cognitivo associado à idade.
É considerado um tratamento complementar que trabalha os desequilíbrios emocionais através de essências de plantas de alto índice vibratório. Os florais actuam por ressonância no corpo do indivíduo transformando a consciência e despertando virtudes. Possibilita o reestabelecendo, o equilíbrio emocional e permite o desenvolvimento individual e auto-cura.
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Designação Latina: Peumus boldus
Família Botânica: Monimiáceas
Partes Usadas: Folhas
Indicações: Insuficiencia hepática, cálculos biliares, dispepsias e cirroses
Contra-indicações: apenas fora de periodos de gravidez e amamentação.
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“Os cristais e as pedras preciosas dispostas nos centros vitais do corpo reflectem e produzem energia que inunda a aura de luz. Com a aura aberta e desobstruída, os centros dos chakras são activados, possibilitando um contacto consciente com os aspectos mais profundos e puros do ser. À medida que a frequência vibrátil da aura se eleva, quaisquer energias, seja mental, emocional ou subconsciente, que estejam vibrando numa frequência menor, virão à tona na mente e no coração para serem purificadas, curadas e transformadas”.
Katrina Raphaell
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Ingredientes:
para 2 pessoas
1 esteira para Sushi
1 chávena de arroz carolino
água q.b
2 folhas de alga nori
1 alga kombu cortada em tiras
Vinagre de arroz q.b
Legumes cortados às tiras:
pimento, cenoura, pepino, tomate, etc
Sementes de girassol, abóbora, sésamo, etc
Molho de soja q.b
Facultativo:
1 colher de sobremesa de Wasabi
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O Guia de Campo para Plantas Aquáticas e Palustres do Estado de São Paulo é resultado de mais de dez anos de colectas conduzidas por pesquisadores e alunos da Universidade Estadual de Campinas. O livro, que atende tanto ao público especializado como ao leigo, traz identificação e descrição das espécies e um glossário ilustrado dos termos botânicos utilizados. São cerca de 400 espécies ilustradas em fotografias coloridas.
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